(a)Uma pessoa adulta; (c) Uma mesa comum; (e) Uma sala de aula.
(b)Um bebê de um ano; (d) Um prédio de 10 andares;

E no 1º dia da semana – portanto no domingo – ainda pela madrugada houve um grande terremoto e o anjo do Senhor removeu a pedra do sepulcro e sentou-se sobre ela. Quando Maria Mãe de Jesus e Maria Madalena chegaram encontraram o túmulo vazio. Saíram e logo depois, ainda no caminho de casa, encontraram-se com Jesus, Elas foram as primeiras a terem esta honra.
Hoje sim é o dia, o dia de se comemorar, pois hoje é o dia da boa nova, da ressurreição, hoje representa a nova vida.
Antigamente, mais precisamente nos século XVIII e XIX no Brasil, para se ter melado – substância altamente nutritiva, 100% natural, sua composição é rica em ferro que ajuda na prevenção e no combate a anemia, contêm ainda vitaminas e sais minerais, além de ajudar a suprir as suas necessidades diárias, devendo ser consumido antes ou depois de qualquer atividade física e mental, o melado por ser um verdadeiro repositor energético, é indicado para pessoas de qualquer idade – os escravos colocavam o caldo de cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. Nesse processo, os escravos não podiam parar de mexer até que formasse uma substância consistente ou viscosa. Por esse processo ser muito cansativo, muitos escravos apanhavam muitas chibatadas nas costas enquanto (coitados) ficavam a mexer o “panelaço” de melado. Porém um dia, o feitor de uma dessas fazendas, se sentiu mal e teve que sair, os escravos cansados de tanto mexer a panela, aproveitaram o momento para parar um pouco e descansar, afinal, ninguém é de ferro, além do mais sem chibata. Alguns minutos depois, os escravos perceberam que o melado perdeu o ponto. Imediatamente os escravos esconderam o melado do feitor e substituíram por outro “panelão”, pois se o feitor descobrisse, a chibata ia “correr” solta.
No dia seguinte, longe da vista do feitor, pegaram o melado azedo (fermentado), misturaram ao novo melado e puseram ao fogo. O resultado disso foi surpreendente, o melado azedo (álcool), começou a evaporar e a se condensar no teto do engenho, dirrepente começou a formar algumas goteiras que pingavam constantemente. Nascia aí à cachaça que pingava do teto do engenho, daí o nome de “pinga”. Esses pingos quando caiam nas costas dos escravos – estas feridas pelas chibatadas do feitor – ardia muito, no que os escravos chamaram de água – ardente, surgindo então o nome de aguardente.
Legal não? Se alguém tiver a origem de algum nome, mande pra mim que terei o maior prazer de publicar. Esta história por exemplo quem me enviou foi a estudante: Lara Dias Josino, residente na capital Fortaleza – CE.
Tudo começou quando o rei da França, Carlos IX, após a implantação do calendário gregoriano, instituiu o dia primeiro de janeiro para ser o início do ano. Naquela época, as notícias demoravam muito para chegar às pessoas, pois não tinha rádio ou muito menos televisão, fato que atrapalhou a adoção da mudança da data por todos.
Antes dessa mudança, a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril. Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calendário e continuaram fazer tal comemoração na data antiga. Isso virou motivo de chacota e gozação por parte das pessoas que concordaram com a adoção da nova data e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou convites de festas que não existiam.Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1º de abril como dia da mentira.